Carta de Goiás

CARTA DE GOIÁS
Por decisão unânime, tomada em sessão Plenária do PRIMEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DA ATIVIDADE TURÍSTICA, realizado de 5 a 7 de dezembro de 1999, Pousada do Rio Quente, Região das Águas Quentes (municípios de Rio Quente e Caldas Novas), Estado de Goiás. Numa iniciativa da Frente Parlamentar do Turismo – PAREATUR, da Subcomissão Permanente do Turismo da Câmara dos Deputados, do Ministério do Esporte e Turismo, da EMBRATUR, do Conselho Consultivo do Turismo Nacional e da comunidade científica e acadêmica do turismo brasileira, com a presença do Ministro do Esporte e Turismo, do governador do Estado de Goiás, presidente da EMBRATUR, presidente da AGETUR, e a participação de secretários de estado e dirigentes estaduais e municipais do turismo, prefeitos e vereadores de municípios turísticos, presidentes de todas as entidades representativas do setor, trabalhadores em Turismo e Hospitalidade, deputados da Parlatur e da Subcomissão Permanente de Turismo da Câmara dos Deputados, deputados estaduais, diretores e professores de faculdades de turismo e hotelaria, elaborou-se para o conhecimento e divulgação pública nacional a CARTA DE GOIÁS, que contém as diretivas da AGENDA ÚNICA NACIONAL que deverão nortear as estratégias das principais ações e medidas prioritárias visando a eliminar de vez os gargalos do Turismo no Brasil.
Foram escolhidos cinco macro temas para as plenárias, quais sejam:
Competitividade, Infra-estrutura, Transporte, Financiamento e Legislação, todos analisados e debatidos também por pesquisadores e professores das universidades brasileiras, fato este, inédito no país.
As propostas que deverão nortear a Agenda Única Nacional, dentro de cada macro tema são:
Financiamento
Legislação
Competitividade
Transporte
Infra-estrutura
A Carta de Goiás inaugura e introduz uma seqüência de encontros nacionais do turismo, dos únicos representantes autorizados e qualificados para fazer o desenvolvimento sustentável do turismo brasileiro de forma planejada, integrada e interativa em todos os níveis do poder público, bem como, nas diversas formas da iniciativa privada e das organizações sociais em conjunto com o conhecimento, a técnica e a pesquisa acadêmica. Em suma, a aliança permanente, dinâmica e articulada entre o Legislativo, o Executivo, os empreendedores e a comunidade científica.